A 3ª edição do Festival de Teatro Lusófono vem com uma grande novidade: toda a programação será inteiramente gratuita. O público terá a acesso a oficinas, espetáculos e shows sem pagar nada. Para as peças dos teatros 4 de Setembro, Estação e João Paulo II, os espectadores devem resgatar os ingressos nas respectivas bilheterias. O mesmo esquema será adotado para os shows no Espaço Cultural Trilhos. As oficinas terão 20 vagas cada e as inscrições podem ser feitas na sede do Grupo Harém, localizada na antiga Estação Ferroviária de Teresina, na Av. Miguel Rosa, n°3003, galpão 3.
AS TRAÇAS DA PAIXÃO – Manhas e Manias de Eventos – Rio de Janeiro – Brasil É uma peça que conjuga uma linguagem de sabor popular, bem brasileira, com altas doses de poesia e visualidade. A encenação do texto leva dois aspectos em consideração. Do ponto de vista da atuação, Lucélia Santos, Marivalda Revólver e Maurício Machado, Paco têm uma comunicabilidade imediata com a platéia. A pistoleira dona de boteco e o malandro são tipos extremamente identificáveis, cheios de comicidade, e aí reside o seu maior apelo aos olhos do público. Por outro lado, temos as inúmeras referências à história (a princesa Anastácia, única herdeira dos Romanov) e ao teatro (Tchekhov, Sófocles). Esses elementos dão um tom de elevação poética e ressonância semântica que se fricciona ao tom popular já mencionado. Com certeza, essa elaboração de linguagem valoriza como fonte de envolvimento da sensibilidade da platéia. O espetáculo é popular, comunicativo, engraçado, vivo, mas também formalmente elaborado, visualmente instigante e carregado de poesia. Ficha Artística e Técnica Autor: Alcides Nogueira Encenação: Marco Antonio Braz Elenco: Lucélia Santos & Maurício Machado Trilha Musical: Tunica Cenário e Figurinos: Juliana Fernandes Criação de Luz: Roberto Cohen Programação Visual: André Moia Visagismo: Mario Campiolli Fotografias: Lenise Pinheiro Assistência de Direção: Breno Sanches Assessoria de Imprensa/SP: Manoel Carlos Jr. Produção Executiva/SP: Daniella Angelloti e João Roncatto Assistência de produção: Luciano Sevla Administração: Reinaldo Galvão Produção Executiva/Rio: Reinaldo Galvão e Henrique Menezes Direção de Produção: Eduardo Figueiredo Realização: manhas Duração: 65 min; Não recomendado para menores de: 14 anos; Gênero: tragicomédia. A DESCOBERTA DAS AMÉRICAS – Julio Adrião Produções Artísticas – Rio de Janeiro – Brasil É a outra história da descoberta das Américas, inspirada em fatos reais que ocorreram na Flórida e foram contados pelo cronista Cabeça de Vaca. Mas a história poderia ser bem daqui, da terra brasileira. Acontece que um Zé ninguém chamado Johan, rústico, malandro e fanfarrão, que se vira contando vantagens, sempre em fuga da fogueira da Inquisição, embarca em Sevilha numa das Caravelas de Cristóvão Colombo. No Novo Mundo, o nosso herói sobrevive a um naufrágio; testemunha a matança; aprende a língua dos nativos; é preso, escravizado e quase engolido pelos índios antropófagos. Safa-se fazendo “milagres” com alguma técnica e uma boa dose de sorte. Venerado como Filho da Lua, ele treina, catequiza e guia os índios num exército de libertação que acaba caçando os espanhóis invasores. Ficha Artística e Técnica Texto original: Dario Fo Tradução e adaptação: Alessandra Vannucci e Julio Adrião Direção: Alessandra Vannucci Performance: Julio Adrião Iluminação: Luiz André Alvim Figurino: Priscilla Duarte Projeto Gráfico: As Duas criação e produção de arte Fotografias: Maria Elisa Franco Assessoria de Imprensa: Mônica Riani Produção Executiva : Thais Teixeira Produção e Administração: Julio Adrião Produções Artísticas Ltda. Realização: leões de circo pequenos empreendimentos Duração: 90 min; Não recomendado para menores de: 14 anos; Gênero: comédia. O FALAR NON TEN CANCELAS - Cándido Pazó – Galiza – Espanha Um espetáculo oral, uma coleção de contos, histórias e narração. Um monólogo cômico que tem a palavra como principal recurso um produto cênico baseado no humor, mas com a imaginação, a ternura, a evocação e memória como ingredientes essenciais Ficha Artística e Técnica Interprete: Cándido Pazó Duração: 70 min; Não recomendado para menores de: livre; Gênero: Comédia (histórias, contos, humor, monólogos...) A CAVAQUEIRA DO POSTE – Grupo de Teatro Mutxeco – Maputo – Moçambique Sonhadores! Os sociólogos sempre procuraram duas coisas: as leis do social e as reformas das sociedades. Cá por mim busco bem pouco: tirar a casca dos fenomenos e tentar perceber a alma dos gomos sociais sem esquecer que o mais difícil é compreender a casca. Nesta peça encontrareis um pouco de tudo: sociologia (em especial uma sociologia de intervenção rápida), filosofia, dia-a-dia, profundidade, superficialidade, ironia, poesia, fragilidade, força, mito, desnudamento de mitos, emoção e razão. A crise financeira no mundo é consequência da idolatria do dinheiro e do poder, manifestada numa cadeia de corrupção de funcionários ávidos de ter mais, e que, pura e simplesmente, não cumpriram sua função a cabalidade. Ficha Artística e Técnica Texto: Sérgio Mabombo Encenação: Elliot Alex Elenco: Sérgio Mabombo e Diaz Santana Produção: Grupo de Teatro MUTXECO Produção Executiva: Leonel Mendes e Célia Ruth Luz, Som e Cenografia: Nelson Vídeo e Imagem: Nelson Mondlane Foto e Graphic Designer: Elliot Alex Apoios: Rosa Langa, Centro Cultural Franco Moçambicano-CCFM e Félix Tinga. Duração: 60 min.; Não recomendado para menores de: 12 anos; Gênero: O TAMANHO DA MINHA ALTURA - Cia. Gato Que Ladra – Lisboa – Portugal. Qual deverá ser o tamanho certo para chegar ao botão do 5º andar do elevador do meu prédio? Quantos centímetros são necessários para chegar até as estrelas? Quantas polegadas serão precisas até que fique com os cabelos em pé como os meus pais? Quantos milímetros me faltam para conhecer cada canto do mundo? Quantas são as milhas que me separam da sabedoria da minha avó (ela que conhece uma pessoa com nome de Pessoa)? Qual é o verdadeiro tamanho da minha altura? Eu sou o José Maria e só com o bico de um lápis é que chego ao botão que me leva até casa. Pode parecer que sou pequeno, mas também é com esse lápis que chego às estrelas. E de lá consigo ver o nosso planeta e fazer viagens fabulosas. Não é Fantástico? Ficha Artística e Técnica Texto: Suzana Ramos Ilustrações: Marta Neto Adaptação e Encenação: Maria João Miguel Elenco: Sílvia Figueiredo e Pedro Luzindro Música: Diogo Branco Cenografia: João Limpinho Desenho de Luz: Alexandre Costa Diretor Técnico: Nuno Gomes Produção: Gato Que Ladra, Associação Cultural Duração: 50 min. aproximadamente; Não recomendado para menores de: livre; Gênero: infantil. NEGRO DE ESTIMAÇÃO – Kleber Lourenço – Recife – Pernambuco – Brasil O Roteiro do espetáculo se desenrola partindo do estudo da ação dramática existente nos contos adaptados do livro Contos Negreiros do escritor Marcelino Freire e no discurso do corpo negro e híbrido do intérprete. Durante cinqüenta e cinco minutos de espetáculo, vão se revelando quadros que mostram a evolução do corpo negro desde as informações históricas aos questionamentos atuais. O corpo se desdobra em personagens que contam suas estórias e em movimentos fragmentados do universo das manifestações populares. A dramaturgia do espetáculo é construída a partir do movimento dos corpos cotidianos e míticos, das danças e rituais do candomblé, traçando um paralelo entre a cena artística e a ritualística. Uma pesquisa nos estados corporais do intérprete. Ficha Artística e Técnica Criação e interpretação: Kleber Lourenço. Co-direção: Marcondes Lima Adaptação do livro Contos Negreiros de Marcelino Freire Figurinos: Luciano Pontes Cenografia: Bruno Vilela Cenotécnico: Almir Negreiros Trilha Sonora Original: Zé Guilherme (Missionário José) Criação e Operação de Luz: Luciana Raposo Operação de Som: José Neto Produção Executiva: Daniela Azevedo Realização: Visível Núcleo de Criação Duração: 55 min.; Não recomendado para menores de: 16 anos; estilo: solo de teatro/dança SENHOR REI, SENHORA RAINHA - Grupo Raízes de Teatro – Teresina – Piauí – Brasil É um infantil de Benjamim Santos que conduz o público de todas as idades ao país das cartas, onde o jogo teatral está contido num histórico de amor entre dois jovens de reinados inimigos. De um lado o Rei orgulhoso de espadas, do outro a orgulhosa Rainha da Copa: Ficha Artística e Técnica Autor: Benjamim Santos Direção e Sonoplástia: Lorena Campelo Elenco: Marina Marques, Eliziâno Pedro, Kelly Campelo, Edite Rosa, Rosemary Santos, Nathália Chaves e Kristina Pillar Músicas: Agenor Abreu Coreografia: O grupo Desenho de Luz: Assaí Campelo Operador de Luz: Assaí Campelo Operador de Som: Lorena Campelo Contrarregra: Jura Rios Cenário e Figurino: Wilson Costa Costureira: Edite Rosa Maquiagem: Marina Marques Produção Executiva: Lorena Campelo e Marina Marques Realização: Grupo Raízes de Teatro Duração: 40 min.; Infanto-juvenil. Gênero: comédia. HOTEL KOMARCA – Grupo Teatral HenriqueArtes – Luanda – Angola Hotel Komarka é uma peça que retrata a vida de 7 presos dentro de uma cela, um espetáculo cheio de humor e aventura medos e sonhos onde o maior desejo é fugirem da sela, a realidades dura de uma sociedade na visão destes homens que acima e alem de tudo assumem-se inocentes por tudo aquilo que eles viveram em suas vidas no mundo do crime Ficha Artística e Técnica Texto: Flávio Ferrão Encenação/Direção Artística/Dramaturgia: Flávio Ferrão Elenco: Suelma Mario, Ailton Silvério, José Maria Fernandes, Adilson Vunge, Raul Lourenço, Samuel de Jesus, Benjamim Ferrão, Helio Taveira, Meury Silva e Tânia Burity Assistente de Direção: Meury Silva Diretora de Imagem: Tânia Burity Cenografia: Faustino Vunge Musica Original: Ritmos de Angola Duração: 100 min; Não recomendado para menores de: 18 anos; Gênero: Melodrama. O CAVALO TRANSPARENTE – Santa Ignorância Cia. de Artes – São Luis – MA – Brasil O espetáculo é um musical, ao vivo, e começa com um misterioso sumiço que a cigana Carmem precisa desvendar. Carmelita perdeu seu vidrinho, onde guardava toda a tristeza do mundo. Ela recebe ajuda do Cavaleiro Montaria que monta um cavalo invisível chamado Rocinante, ambos se aventuram pelo mar, andam sobre as ondas, passaram pela Gruta dos Ecos, falaram com a ilha deserta, encontra, Netuno e a sereia, e vivem inúmeros mistérios. Mas o cavalo também desaparece, e o objeto perdido, como achar? Ficha Artística e Técnica Texto: Silvya Orthof Direção Geral: o grupo Elenco: Rosa Ewerton, César Boaes e Lauande Aires Figurino: Chico Coimbra Cenário: o grupo Luz: Eleomar Cardoso Composições e Direção Musical: Lauande Aires Arranjos e instrumentação: Francisco Jará Fotos: Paulo Socha Duração: Não recomendado para menores de: livre; Gênero: infantil. QUANDO AS MÁQUINAS PARAM – Grupo Harém de Teatro – Teresina – PI – Brasil / Teatro Extremo – Almada – Portugal Zé e Nina. Eles são jovens e se amam. Zé gosta muito de futebol, joga pelada com a garotada da rua e é torcedor fanático. Nina adora novelas. Juntos já conseguiram algumas vitórias: casaram, alugaram uma casa, pensam em ter filhos. Formam um casal feliz. Ela costura para fora. Ele é operário. Tudo parece perfeito, porém um dia Zé perde o emprego. E agora? Zé e Nina são apenas dois, mas representam milhões. “Quando as Máquinas Param” é o único texto de Plínio Marcos que apresenta uma história de amor sem marginais e submundo. No entanto, aponta a marginalidade a que está condenado o homem comum. Ficha Artística e Técnica Texto: Plínio Marcos Encenação: Fernando Jorge Lopes Interpretação: Bid Lima e Francisco Pellé Iluminação/Desenho de Luz: Celestino Verdades Assistência e operação de iluminação: Assaí Campelo Sonoplastia/Banda Sonora: José Dantas Cenografia: Gualberto Júnior Figurinos: Bid Lima Consultoria dramatúrgica: Arimatan Martins Assistência de encenação: Flavia Letícia e Naruna Brito Projeto gráfico: Chico Fialho Fotos: Margareth Leite Confecção de cenário: Edmar Aquino Corpo e movimento: Fernando Freitas Confecção de figurinos: Edite Rosa, Maria José, Luiza de França e Regina Lúcia Locuções: Sidney Santos e Bené Reis Vozes das crianças: Lorenzo Vieira e Caio César Assessoria de Imprensa: Naruna Brito Produção: Francisco Pellé e Sofia Oliveira Assistente de produção: Janaína Alves Duração: 50 min.; Não recomendado para menores de: 16 anos; Gênero: drama. A BIRRA DO MORTO – Projeto Teatral Odisséia - Luanda – Angola Trata-se da vida de um homem de classe média alta que depois do seu médico diagnosticar a sua morte o mesmo aparece dizendo que não esta morto e que o seu medico errou no diagnóstico, a verdade é que o senhor morto tem medo de ser enterrado. Mas a realidade é que todo morto deve de ser enterrado. Agora ele está ou não está morto? Deve ou não deve ser enterrado? Ficha Artística e Técnica Elenco: Alfredo Bula e Emílio Lucombo Preparador Físico: Emílio Lucombo Duração: 50 min; Não recomendado para menores de: 18 anos; Gênero: comédia. A CIDADE SUBSTITUÍDA – Grupo de Teatro Indigentes – Timon – MA – Brasil Montado a partir do livro de poemas homônimo de H. Dobal traz à cena reflexões sobre a memória perdida dos antigos casarões da velha São Luís em favor de uma cidade moderna que arrebata de forma avassaladora a memória ludovicense. A dramaturgia foi construída tendo como gancho a busca da manutenção da memória do passado histórico da cidade de São Luís por um grupo de brincantes, que surge em cena dançando e tocando ritmos da cultura maranhense, notadamente Bumba meu boi, Tambor de crioula e Baião. Os ritmos se alternam, se misturam e se dissipam no ar e aos poucos os espaços desta cidade abandonada vão tomando forma. Ficha Artística e Técnica Texto: Poesias do livro A cidade substituída e a poesia Infância do livro O tempo conseqüente – autor H. Dobal Dramaturgia e Direção: Vitorino Rodrigues Elenco: Jerônimo Macedo, Flávia Souza, José Dantas, Giselle Morais e Hialyson Rafael Criação de figurinos, cenário e adereços: Wilson Costa Laboratório de Musicalização: Abu Iluminador: Ricardo Sousa Duração: 35 min.; Não recomendado para menores de: 12 anos; Gênero: drama. APARECEU A MARGARIDA – Grupo Mosay de Teatro – Teresina – Piauí – Brasil Escrita em 1974, Apareceu a Margarida de Roberto Athayde ficou consagrada como uma alegoria da ditadura militar, com sua personagem-título tirânica e obcecada pelo poder. Controladora, alucinada e contraditória, dona Margarida é uma das criações femininas mais cobiçadas do teatro nacional. O autor constrói uma imagem cênica pessoal e original em que a metáfora do poder se encarna em Dona Margarida, professora primária que quer educar seus alunos segundo métodos autoritários e bastante violentos. O espetáculo não é uma peça sobre educação e nem tampouco sobre a solidão da personagem, apesar desses elementos surgirem no texto; o espetáculo é uma sátira política e social puramente estruturado com a comédia. Ficha Artística e Técnica Direção: Avelar Amorim Elenco: Adriana Campelo, Edite Rosa e Rahy Fernandes Maquiagem: Samuel Márlio Sonoplastia: Avelange Amorim Contrarregra: Pedro Neto Duração: Não recomendado para menores de: Gênero: comédia. A CAVAQUEIRA DO POSTE - Grupo de Teatro Mutxeco - Maputo – Moçambique Sonhadores! Os sociólogos sempre procuraram duas coisas: as leis do social e as reformas das sociedades. Cá por mim busco bem pouco: tirar a casca dos fenómenos e tentar perceber a alma dos gomos sociais sem esquecer que o mais difícil é compreender a casca. Nesta peça encontrareis um pouco de tudo: sociologia (em especial uma sociologia de intervenção rápida), filosofia, dia-a-dia, profundidade, superficialidade, ironia, poesia, fragilidade, força, mito, desnudamento de mitos, emoção e razão. A crise financeira no mundo é consequência da idolatria do dinheiro e do poder, manifestada numa cadeia de corrupção de funcionários ávidos de ter mais, e que, pura e simplesmente, não cumpriram sua função a cabalidade. Ficha Artística e Técnica Texto: Sérgio Mabombo Encenação: Elliot Alex Elenco: Sérgio Mabombo e Diaz Santana Produção: Grupo de Teatro MUTXECO Produção Executiva: Leonel Mendes e Célia Ruth Luz, Som e Cenografia: Nelson Vídeo e Imagem: Nelson Mondlane Foto e Graphic Designer: Elliot Alex Apoios: Rosa Langa, Centro Cultural Franco Moçambicano-CCFM e Félix Tinga. Duração: 60 min.; Não recomendado para menores de: 12; Gênero: ÂNGELA – Oficina de Teatro Procópio Ferreira – Teresina – PI – Brasil Na montagem, a história de uma mulher que mais parece ser uma personagem criada como protagonista de uma história sobre si mesma. Tornando-se a própria idealização do outro, em si, mas tirando seus desejos e pensamentos do imaginário e colocando a tona no labirinto de descobertas e devaneios, onde a realidade e o mito se transfiguram na alegoria da sua existência. Ela representa o não-ser deste homem ou o ser oculto que ele carrega dentro de si. Saber lidar com as suas próprias diferenças é a maior busca de Ângela Pralini, reinventando o modo de viver, elege para si uma sobrevida menos dolorosa, mais leve, menos torta, mais suave, que por direito próprio tem o poder de decidir o fim. Ficha Artística e Técnica Interprete - Criadora : Janaína Alves Criação: Luciano Brandão Produção: Janaina Alves Figurino: Antônia Alves Adaptação do livro Um Sopro de vida Clarice Lispector Duração: 50 min., Não recomendado para menores de: 14 anos; Gênero: drama OS AMANTES – Grupo de Teatro do Centro Cultural Português do Mindelo – IC - Ilha de São Vicente – Cabo Verde Adaptação livre em cabo-verdiano da peça Quartet de Heiner Muller que, por sua vez foi inspirado no romance epistolar de Choderlos de Laclos, As Relações Perigosas. O dramaturgo afirmou uma vez que a peça Quartet é uma verdadeira comédia, um jogo sexual que mergulha de forma cínica na luta de classes, apresentando dois personagens ambíguos e intrigantes da Aristocracia Francesa: Merteuil e Valmont. A ação dramática oscila “entre um salão durante a época da Revolução Francesa e um Bunker após a 3ª Guerra Mundial, segundo escreve o autor na primeira e a mais significativa didascália da obra, já que nos indica a sua clara intemporalidade. Ficha Artística e Técnica Dramaturgia: Adaptação da peça Quartet de Heiner Muller Encenação e Direção Artística: João Branco Assistente de Encenação: Elísio Leite Interpretação: Caplan Neves, Nelson Rocha e Sílvia Lima Espaço Cênico: João Branco Figurinos: Elisabete Gonçalves Produção: Centro Cultural Português – IC/ Pólo do Mindelo Duração: 60 min.; Não recomendado para menores de: 16 anos; Gênero: drama. OS AMANTES – Grupo de Teatro do Centro Cultural Português no Mindêlo - Ilha de São Vicente – Cabo Verde O dramaturgo afirmou uma vez que a peça Quartet é uma verdadeira comédia, um jogo sexual que mergulha de forma cínica na luta de classes, apresentando dois personagens ambíguos e intrigantes da Aristocracia Francesa: Merteuil e Valmont. A ação dramática oscila “entre um salão durante a época da Revolução Francesa e um Bunker após a 3ª Guerra Mundial, segundo escreve o autor na primeira e a mais significativa didascália da obra, já que nos indica a sua clara intemporalidade. Ficha Artística e Técnica Dramaturgia: Adaptação da peça Quartet de Heiner Muller Encenação e Direção Artística: João Branco Assistente de Encenação: Elísio Leite Interpretação: Caplan Neves, Nelson Rocha e Sílvia Lima Espaço Cênico: João Branco Figurinos: Elisabete Gonçalves Produção: Centro Cultural Português – IC/ Pólo do Mindelo Duração: 60 min.; Não recomendado para menores de: 16 anos; Gênero: drama. A CASA DE BERNARDA ALBA – Grupo Harém de Teatro – Teresina – Piauí – Brasil Bernarda Alba, personagem central do texto, é uma matriarca dominadora que mantém as cinco filhas, Angústia, Madalena, Martírio, Amélia e Adela sob vigilância implacável, transformando a casa onde vivem em um pequeno povoado na Espanha, em um caldeirão de tensões prestes a explodir a qualquer momento. Com a morte de seu segundo marido, Bernarda decretara um luto de oito anos e submete suas filhas à reclusão dentro das frias paredes de sua casa e das janelas cerradas. Duas das moças, porém, apaixonadas por um mesmo galanteador das redondezas, um rapaz de vinte e cinco anos chamado Pepe Romano, desencadeiam no meio daquele luto uma disputa cruel e perigosa para conquistarem o amor daquele mesmo homem, com conseqüências trágicas. Ficha Artística e Técnica Texto: Federico Garcia Lorca Encenação e Dramaturgia: Arimatan Martins Elenco: Lari Salles, Francisco de Castro, Fernando Freitas, Bid Lima, Maneco Nascimento, Tércia Ribeiro, Luciano Brandão, Airton Martins e Janaina Alves Iluminação: Assaí Campelo Cenografia: Emanuel de Andrade Louças de Cena: Fátima Campos Figurino: Bid Lima Maquiador: Kiko Camareira: Antonia Alves (Toinha) Costureiras: Luisa de França, Maria José e Edite Rosa (Curso de Figurinos do Ponto de Cultura Nos Trilhos do Teatro/Harém) Projeto Gráfico: Paulo Moura Produção: Francisco Pellé Duração: 80 min; Não recomendado para menores de: 16 anos; Gênero: drama. MAR ME QUER – A Outra Companhia de Teatro – Salvador – Bahia Os olhos de quem amamos são um barco Não é mais uma estória de pescador e nem mais uma de amor. Mar Me Quer pode ser uma alusão a brincadeira dos apaixonados, onde cada pétala retirada significa o destino do amor às vezes não correspondido. Ou ainda pode ser uma referência ao mar que conduz o destino de uma comunidade quase abandonada de pescadores que tanto o querem. Ficha Artística e Técnica Texto / Inspiração: Mia Couto Direção / Dramaturgia: Luiz Antônio Jr. Adaptação: A Outra Companhia de Teatro Assistência de Direção: Israel Barretto e Hayaldo Copque Elenco: Eddy Veríssimo, Luiz Buranga, Manuela Santiago, Roquildes Júnior Consultaria de Dramaturgia e Encenação: Fernando Yamamoto Direção musical: Marco França Assistência de Direção Musical: Diana Ramos e Roquildes Jr. Preparação Corporal: Fábio Vidal Preparação Vocal: Diana Ramos Cenografia: Lorena Torres Peixoto Caracterização: Luiz Santana Assistente de Caracterização: Luiz Buranga Costureira: Letícia Santos e Saraí Reis Iluminação: AC Costa e Marcos Dedé Programação Visual: Camilo Fróes Coordenação de Produção: Luiz Antônio Jr. Produção Executiva: Eddy Veríssimo e Manuela Santiago Formação de Platéia: Eddy Veríssimo Administração: Luiz Buranga Controle Financeiro: Roquildes Junior Assessoria de Comunicação: Márcio Bacelar e Roquildes Junior Realização: A Outra Companhia de Teatro / Teatro Vila Velha Duração: 60 min.; Não recomendado para menores de: livre; Gênero: drama. A FLOR DO MAMULENGO – Mamulengo Fantochito – Teresina – Piauí – Brasil Relembrando as velhas canções do circo e revivendo as brincadeiras dos mestres do sertão, o espetáculo traduz a origem a tradição e os espíritos do teatro popular. Os bonecos representam cenas engraçadas do cotidiano da vida humana excitando a imaginação, sensibilizando pelo lúdico, e criando um espaço poético entre público e espetáculo. Ficha Artística e Técnica Criação e Confecção: Afonso Miguel Duração: 40 min; Faixa Etária: livre; Gênero: Teatro de bonecos Local: Praça Pedro II A VERDADEIRA HISTÓRIA DE ROMEU E JULIETA - Grupo Sinos de Teatro de Rua - Teresina – Piauí – Brasil A história de Romeu e Julieta, de William Shakespeare, todos já devem conhecer. Só que o que ninguém sabe é que a verdadeira história deste casal se passou em Teresina, no Piauí e em Timon, no Maranhão. Julieta, uma Escapuleta, se apaixona por Romeu, um Montecctimon, e a partir daí os dois jovem vivem grandes desafios cômicos para manter esse amor vivo, já que o rei, pai de Julieta, não admite o romance dos dois. Romeu e Julieta decidem fugir para Timon City e assim manter esse amor vivo e bem longe de seus pais, e é justamente quando decidem fugir que os problemas aparecem... Ficha Artística e Técnica Texto: William Shakespeare Adaptação e Direção: Jean Pessoa Elenco: Alinie Moura, Isa Marília, Rafaela Fontenelle, Thiago Saraiva, Cléverson Rodrigues, Alex Reis e Jean Pessoa Maquiagem: O Grupo Sonoplastia: Cléverson Rodrigues Figurino: Alinie Moura, Rafaela Fontenelle. Jean Pessoa Produção: Jean Pessoa Duração: 40 min.; Recomendação: livre; Gênero: comédia. Local: Pátio do Teatro Municipal João Paulo II O AUTO DA FOLIA DE REIS – Grupo Corpos de Teatro Independente – Teresina – Piauí – Brasil Montagem de espetáculo teatral de cunho popular que traz como tema principal o Reisado do Piauí. "O Auto da Folia de Reis" possui a característica principal de espetáculo de teatro de rua resgatando a expressão popular do nosso povo nas mais diversas áreas da cultura nordestina, trabalhando o teatro infanto-juvenil. Dentro de uma concepção bastante simples, o texto traz no seu bojo um levantamento realizado por trabalho de pesquisa sobre as expressões populares nas mais diversas áreas da cultura nordestina, tendo como foco principal o reisado e costumes do folclore piauiense. Ficha Artística e Técnica Texto: Direção e Produção: Adalmir Miranda Elenco: Talita do Monte, Avelar Amorim, Vitor Sampaio, Eristóteles Pegado, Nayara Fabrícia, Silmara Silva, Adalmir Miranda, Danilo Costa e Arnaldo Pimba. Músicos: Danilo Costa, Arnaldo Pacovan e Pimba do Acordeon Arranjos musicais e Trabalho de voz: Beethowen Cunha Figurino: Adalmir Miranda Costureiras: Solange Aragão e Selma Sampaio Adereços: Wilson Costa Coreografia: Sidh Ribeiro Programação visual e Cenário: Adalmir Miranda Duração: 50 min.; Não recomendado para menores de: livre; Gênero: livre. Local: Praça Pedro II
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